quarta-feira, 1 de abril de 2020

SENAI E INDÚSTRIAS BRASILEIRAS VÃO RECUPERAR 3,6 MIL RESPIRADORES MECÂNICOS QUE PRECISAM DE MANUTENÇÃO.

Equipamentos são essenciais para manter respiração de pacientes com quadro grave; iniciativa une multinacionais de diferentes setores em 25 pontos espalhados por 13 estados

Áudio.



Desde o anúncio da chegada do novo coronavírus ao Brasil, hospitais e centros de saúde sofrem com a falta de respiradores mecânicos, equipamentos que ajudam a amenizar os sintomas da doença em pacientes infectados. Os relatos dos profissionais da saúde também mostram que os locais que possuem os aparelhos enfrentam dificuldade com a manutenção. Para amenizar esse problema, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e dez multinacionais se uniram para manter em funcionamento os respiradores em uso. 

Espalhados em 13 estados, haverá 25 pontos para recolher os aparelhos em todo país. Dez dessas unidades de manutenção são da rede SENAI, enquanto as outras 15 ficam a cargo das indústrias participantes da ação – ArcelorMittal, Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Ford, General Motors, Honda, Jaguar Land Rover, Renault, Scania, Toyota e Vale. Os estados com os pontos da Iniciativa +Manutenção de Respiradores são Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. 

A estimativa é de que o Brasil tenha, atualmente, pouco mais de 65 mil ventiladores espalhados na rede privada e no Sistema Único de Saúde (SUS). Até o momento, segundo dados da LifesHub Analytics e da Associação Catarinense de Medicina (ACM), mais de 3,6 mil ventiladores pulmonares estão fora de operação no Brasil, seja porque foram descartados ou porque têm necessidade de manutenção. 

“Em um nível de utilização intensa, esses respiradores podem apresentar mais defeitos do que o usual. A doença exige muito dos respiradores”, explica o médico e presidente da ACM, Ademar José de Oliveira Paes Junior. “Sem os respiradores, o sistema vai entrar em colapso. A gente precisa aumentar a linha de produção nacionalmente”, alerta. A estimativa é de que cada ventilador recuperado atenda até 10 pessoas. 

“O SENAI treinou e capacitou todas as empresas parceiras para isso. Essa rede está capacitada para, muito rapidamente, colocar em prontidão – ou seja, em pleno funcionamento – esses 3,6 mil aparelhos. Acreditamos que esse número pode chegar a cinco mil ventiladores e respiradores”, afirma o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.
Fonte: Agência do Rádio.

MEDIDAS DO GOVERNO DÃO FÔLEGO ÀS EMPRESAS DURANTA A QUARENTENA.

Conjunto de medidas que suspendem cobrança e facilitam renegociação de dívidas em transação extraordinária alivia empresários.
Reportagem: Luciano Marques
Áudio.


Com o objetivo de reduzir o impacto financeiro causado pela quarentena da Covid19, o Governo Federal tem adotado diversas medidas na esfera tributária, principalmente flexibilizando o pagamento de impostos e dívidas. Uma que promete aliviar o caixa das empresas é a portaria nº 103, de 17 de março de 2020 do Ministério da Economia. O documento autoriza a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) a suspender por 90 dias o encaminhamento de Certidões da Dívida Ativa para protesto extrajudicial, assim como a rescisão do parcelamento por inadimplência e a suspensão de instauração de novos procedimentos de cobrança e responsabilização dos contribuintes. 

A portaria também oferece proposta de transação por adesão referente a débitos inscritos em dívida ativa da União. Para aderir, é preciso pagar, na entrada, no mínimo 1% do valor total da dívida. O restante será parcelado em até 81 meses para grandes empresas e 97 meses para pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte, bem como as demais condições e limites estabelecidos na Medida Provisória nº 899, de 16 de outubro de 2019, conhecida como MP do Contribuinte Legal. 

A Portaria n° 7.820/2020, de 18 de março, regulamenta o procedimento dessa transação extraordinária. Ela deve ser feita exclusivamente por meio da plataforma Regularize e a adesão dependerá do pagamento da entrada, que será dividida em até três parcelas iguais. A primeira parcela vence no último dia útil de junho de 2020. 

Segundo a advogada Tributarista Marina Acioli, os responsáveis pela contabilidade das empresas precisam reparcelar as dívidas o mais rápido possível, uma vez que as parcelas são pequenas e o prazo de pagamento ultrapassa sete anos. 

“Esse parcelamento diferenciado está aberto e ainda não há uma data para finalização, mas é interessante que empresas e pessoas que têm débito com a União procurem seus contadores e o portal Regularize para renegociar essas dívidas o quanto antes”, disse. 

Quem já teve o débito parcelado também pode aderir a essa modalidade. Nesse caso, o contribuinte deverá solicitar a desistência do financiamento em vigor e, como se trata de reparcelamento, o valor da entrada será equivalente a 2% das inscrições selecionadas. 
Fonte: Agência Rádio Mais.

PERNAMBUCO/CORONAVÍRUS: IDOSA DE 97 ANOS TEM CURA CLÍNICA COMPROVADA.

Ao todo, Pernambuco tem 87 ocorrências do noco coronavírus e seis óbitos.
Uma paciente de 97 anos teve cura clínica do Coronavírus, e, com isso, o número de pacientes recuperados/curados da doença já subiu para 14.

Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), 23 pacientes estão internados, sendo 12 em UTI/UCI e 11 em leitos de isolamento. Outros 44 estão em isolamento domiciliar.

Pernambuco tem 87 casos confirmados e seis mortes.

11 Municípios já registraram casos da doença:
• Recife - 57
• Jaboatão dos Guararapes - 6
• Olinda - 5
• Camaragibe - 2
• Fernando de Noronha - 2
• São Lourenço da Mata - 3
• Palmares - 1
• Belo Jardim - 1
• Caruaru - 1
• Petrolina - 2
• Ipubi - 1
• Goiana - 1
Fonte: Secretária de Saúde de Pernambuco
Fonte: NE10/Rádio Jornal.

terça-feira, 31 de março de 2020

EFEITOS DA CRISE DO CORONAVÍRUS: MICROEMPREENDEDORES E PEQUENAS EMPRESAS SOFREM COM COMÉRCIO FECHADO.

Isolamento e quarentena para evitar maior propagação do vírus são recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas também causam problemas.
Imagem Ilustrativa.
Áudio.

Pouco mais de um mês após a confirmação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, microempreendedores começam a sentir ainda mais os efeitos da pandemia. Para evitar aglomerações e a possibilidade de o vírus se espalhar mais rapidamente, governadores e prefeitos restringiram a circulação de pessoas e o funcionamento do comércio em shoppings, lojas de rua e salões de beleza, por exemplo. 

Francielson da Silva Lima, 32 anos, é dono de um salão de beleza no Distrito Federal. Ele trabalha com outros dois funcionários, que foram dispensados, já que o espaço está fechado desde o último decreto do governador do DF, Ibaneis Rocha. O microempreendedor afirma que não pode pagá-los durante a quarentena, pois trabalham em regime de comissão e, se não há clientes, não há dinheiro. 

Quando questionado sobre o que fará para se sustentar e manter o negócio caso o governo amplie o decreto, ele responde: “Deus proverá”. Francielson tem incerteza quanto ao futuro. 

“Se decretou que fechou o comércio, então não é que diminuiu o trabalho, acabou o trabalho. Não tem trabalho. Eu tinha, aproximadamente, de 150 a 200 clientes por mês, dependendo do fluxo. Quanto mais tempo ficar fechado, mais prejuízo a gente vai ter, porque como vamos arcar com as nossas despesas, né?”. 

Depois de o Governo Federal anunciar um financiamento para socorrer pequenas e médias empresas a expectativa agora é de que novas medidas ocorram para ajudar os microempreendedores individuais (Mei), e as microempresas, como a de Francielson. 

De acordo com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), são 9,7 milhões de MEIs e 7,5 milhões de microempresas, o que totaliza cerca de 17,2 milhões de micronegócios, em todo o país. 

Enquanto o governo não anuncia algum programa para esse setor, Alexandre Arci, economista, diz que o momento é de reflexão. Ele aconselha trabalhadores, famílias e empresários a reverem o orçamento e se prepararem para momentos de crise, como este causado pela pandemia do coronavírus. 

“O cidadão brasileiro e mundial tem que se preocupar com educação financeira, em sempre ter uma reserva de emergência, se preocupar em não ter dentro do orçamento desperdício. Tem que tem um fundo de emergência para que atravesse momentos como esse, caso ocorram, como menos trauma, menos risco e menos dor”. 

Os decretos que proíbem aglomerações e o funcionamento de diversos estabelecimentos não afetam, apenas, os comerciantes que tiveram de fechar as portas. A pandemia do novo coronavírus prejudica, também, os chamados serviços essenciais, como aqueles do ramo de alimentação. 

É o caso de Luísa Rodrigues. A empreendedora é dona de uma padaria, que tem 26 colaboradores. Duas funcionárias, inclusive, tiveram as férias adiantadas por fazerem parte do grupo de risco. Luísa sugere que os boletos tivessem seus prazos de pagamento prorrogados, pois com a queda nas vendas, há menos dinheiro para pagar os fornecedores e as despesas com água e luz, por exemplo. 

Mesmo aberta, a padaria já registra prejuízos que vão impactar em quase 50% do faturamento mensal. Segundo ela, as vendas caíram bastante, porque há menos pessoas nas ruas. Por enquanto, o serviço de entrega não dá os mesmos resultados. Apesar disso, ela não tem intenção de demitir nenhum funcionário. 

“As pessoas têm ficado mais em casa. O movimento diminuiu bastante. Em termos financeiros, diminuiu mais de 40% das vendas. Isso dá mais ou menos cinco mil reais por dia. No final do mês vão ser 150 mil a menos na venda. Se continuar nesse ritmo a gente vai ter um prejuízo muito grande”. 

Para tentar diminuir o impacto na economia brasileira, o Banco Central anunciou, na última sexta-feira (27/3), uma linha de crédito emergencial de R$ 40 bilhões para que pequenas e médias empresas consigam quitar as folhas de pagamento pelos próximos dois meses. 

O programa se destina exclusivamente para pagar o salário dos funcionários das empresas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões de reais e tem, como contrapartida, a exigência de que o empresário que fizer o empréstimo não demita o funcionário no período de dois meses. O programa é limitado a dois salários mínimos mensais por funcionário, hoje equivalente a R$ 2.090. 

A expectativa do governo federal é de que a medida beneficie 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores.
Fonte: Agência do Rádio.

Essas e outras notícias você escuta na:

Baixe o nosso aplicativo.
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.shoutcast.stm.conexaoweb

ALERTA: GOLPE DO AUXÍLIO EMERGENCIAL DO CORONAVÍRUS.

O auxilio mal foi aprovado e criminosos já estão aproveitando para aplicar golpes.
A Polícia Federal (PF) faz um alerta para golpe do AUXÍLIO EMERGENCIAL. Criminosos estão usando o pagamento do benefício para atrair vítimas.

No golpe, a pessoa recebe uma mensagem que afirma que ela tem direito ao auxílio, de R$ 600,00 a R$ 1.200,00. Para isso, é preciso fazer um agendamento, em um site.

Os golpistas usam até a logomarca do Governo Federal e deixam depoimentos de quem já teria feito o agendamento. Por meio do site, os criminosos conseguem dados das vítimas, podendo abrir contas, fazer compras e contrair vários tipos de dívidas.

Ainda segundo a PF, cerca de 28 mil possíveis ameaças cibernéticas relacionadas ao coronavírus já foram criadas no Brasil. 

Entenda como se prevenir
1. desconfie sempre de links compartilhados em redes sociais;
2. não compartilhe sem antes saber se são verdadeiros;
3. cuidados com mensagens de urgência, que possuem prazos limitados para conseguir ofertas, pois a ideia dos golpistas é que a pessoa não tenha tempo de averiguar a veracidade nas páginas oficiais;
4. verifique no sites oficiais ou da forma que puder, com o suposto provedor da oferta; 
5. nunca preencha cadastros formulários ou pesquisas fornecendo seus dados, em links enviados por redes sociais.
6. não baixe programas piratas para o celular ou computador, porque eles têm maior concentração de vírus.
7. baixe antivírus para o celular e o computador, e mantenha-os atualizados.

PERNAMBUCO: GRUPO DE 80 EMPRESÁRIOS SE UNE E DOA 50 RESPIRADORES PARA AJUDAR INFECTADOS COM NOVO CORONAVÍRUS.

Cada aparelho custa, em média, R$ 52 mil Reais e é considerado crucial para pacientes com quadro respiratório grave; equipamentos dever ser entregues em até 60 dias.

Imagem Ilustrativa.


À medida que o mundo busca soluções para impedir o avanço do novo coronavírus, a solidariedade de 80 empresários de setores como alimento e reciclagem tem feito a diferença no estado. Esse grupo de industriais, em parceria com o segmento privado de outros estados, se uniram e compraram 50 respiradores para centros de saúde locais. A previsão é que os equipamentos cheguem em até 60 dias. 

O presidente da Lorenpet, Marcelo Holanda Guerra, é um dos empresários que participou da mobilização. Responsável por uma indústria de reciclagem de garrafas pet, Guerra conta que entrou nessa corrente do bem por acreditar que essa luta é de todos. “Nosso principal objetivo é salvar vidas. Não há prioridade e importância maior que a vida nesse momento”, afirma. 

Cada aparelho custa, em média, R$ 52 mil. O equipamento é considerado crucial porque um dos sintomas da Covid-19 é a dificuldade em respirar, o que exige intervenção mecânica para preservar a vida do infectado, especialmente em casos graves. 

“Essa é uma pandemia que se alastra assustadoramente. Por isso, toda e qualquer medida para combatê-la tem sua importância. A nós, coube dar condições de um tratamento que, certamente, salvará vidas”, diz Celso Maia Duarte, presidente da Cipan Alimentos, companhia que produz alimentos derivados do trigo e emprega 700 funcionários. Ele também faz parte do grupo de industriais que contribuiu para a compra dos aparelhos. 

“Sinceramente, gostaria de ouvir dos hospitais beneficiados que, em virtude de terem encontrado a cura, não precisaram usar o equipamento. Mas, independentemente disso, esperamos que seja muito útil para àqueles que precisarem e que salve muitas vidas”, espera Duarte. 

Assim como os empresários, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) têm adotado medidas para atender a demanda por equipamentos e insumos de saúde. A instituição abriu um Edital de Inovação para a Indústria, que prevê, por exemplo, a recuperação de aparelhos danificados e a aquisição e produção de materiais essenciais para o enfrentamento da crise, como álcool em gel e máscaras. 

“A nossa atuação será no suprimento de problemas, como os testes rápidos para a detecção da doença. No isolamento, ter uma gama ampla desses testes vai ser de grande importância, bem como a fabricação de ventiladores (respiradores). Estamos focando em ações do Sistema Indústria que vão ao encontro das necessidades da sociedade, do país e da indústria brasileira”, afirma o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, que reforça a importância de “salvar vidas”. 

A educação também tem sido aliada nesse período em que milhões de brasileiros precisam ficar confinados dentro de casa. Por isso, o SENAI abriu vagas gratuitas em cursos a distância voltados à indústria 4.0, que inclui temas ligados à tecnologia. Também será possível aprender mais sobre Inteligência Artificial, com aplicações na indústria, e programação móvel para Internet das Coisas (IoT). Os cursos têm carga horária de 20 horas e estarão disponíveis até junho. Para ter acesso aos cursos e às vagas, basta acessar a plataforma Mundo SENAI e fazer um cadastro simples. 

Em relação aos cuidados com a saúde dentro das fábricas, o setor redobrou as medidas de prevenção e vigilância para impedir a disseminação do novo coronavírus entre os trabalhadores, principalmente os que não estão em isolamento. O SESI lançou uma cartilha online que traz recomendações que vão desde como identificar casos suspeitos, formas de transmissão e grupos de maior risco para a Covid-19, até um passo a passo para ajudar empresas a criarem planos de contingenciamento da doença e a envolverem fornecedores e operadoras no combate à pandemia. 

Para amenizar os efeitos da Covid-19 e proteger quem produz e quem consome, além do SENAI e do SESI, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF têm levado informação e tomado medidas para reduzir os impactos econômicos e preservar vidas por meio da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”. Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais de cada instituição.  
Fonte: Agência do Rádio.

MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO MANTÉM REGIME DE TELETRABALHO ATÉ DIA 8 DE ABRIL.

A Procuradoria Geral de Justiça e a Corregedoria Geral do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) mantêm, por meio do Aviso conjunto PGJ CGMP nº03/2020, a atuação em especial regime diferenciado de teletrabalho até o dia 8 de abril. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) reforça o canal Ouvidoria, disponível para a sociedade demandar junto à Instituição, neste período de quarentena. 

Neste período de 30 de março a 8 de abril, os servidores escalados para realização das atividades presenciais urgentes estão dispensados do deslocamento até as respectivas sedes do MPPE, devendo permanecer exclusivamente em regime de teletrabalho. As referidas atividades presenciais urgentes foram disciplinadas no artigo 5º da Portaria conjunta PGJ CGMP nº001/2020, bem como regime diferenciado de teletrabalho. 

A manutenção do regime de teletrabalho do MPPE acompanha a decisão do Tribunal de Justiça do Estado, que prorroga, em caráter excepcional, até o dia 8 de abril, a suspensão do trabalho presencial, no âmbito do Judiciário. 

Atendimento ao cidadão - A Ouvidoria, o canal entre o cidadão e a instituição, disponibiliza vários meios de acesso. Telefônico: Disque 127, das 12h às 18h; o celular (81) 9.8816.0221, das 8h às 14h. No site do MPPE, o cidadão tem a opção do assistente virtual Audivia ou o formulário eletrônico. Nas redes sociais, o MPPE mantém um perfil no Facebook: @ouvidoria_mppe.
Fonte: MPPE.

segunda-feira, 30 de março de 2020

'COMO CIDADÃO, QUERO FICAR EM CASA', DIZ PAULO GUEDES.

Ministro da Economia disse que, 'como economista', gostaria de ver a produção ativa. Ele lembrou que a recomendação da área da Saúde, diante da crise do coronavírus, é manter o isolamento social.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse neste domingo (29/3), durante uma videoconferência com representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que, "como cidadão" quer "ficar em casa e fazer o isolamento" diante da pandemia do coronavírus. 

Ele ressaltou que, como economista, gostaria de ver a atividade econômica se mantendo ativa no país. Guedes lembrou que a recomendação das autoridades de Saúde, do governo e da sociedade civil, é seguir com o isolamento social para retardar o alastramento do vírus

"Eu mesmo, como economista, gostaria que pudéssemos manter a produção, voltar o mais rápido possível. Eu, como cidadão, seguindo o conhecimento do pessoal da Saúde, ao contrário, quero ficar em casa e fazer o isolamento”, afirmou o ministro. 

Guedes repetiu a preocupação do governo com os efeitos econômicos das medidas de isolamento, adotadas por governadores em todo o país. O presidente Jair Bolsonaro tem afirmado que as medidas são "excessivas" e, neste domingo, caminhou pelo comércio em Brasília, gerando pequenas aglomerações e contrariando determinações do Ministério da Saúde

"Para a saúde, aparentemente, você precisa desses dois ou três meses. Então, nós estamos aí esticados, espremidos, porque mais de dois, três meses a economia não aguenta. Mas menos de dois, três meses, parece que a saúde também se precipita", disse Guedes. 

"Nós temos que estar atentos. Temos que ter respeito pela opinião dos dois lados. Vamos conversar sobre isso de uma forma construtiva", completou o ministro.
Fonte: G1

domingo, 29 de março de 2020

CASOS DE CORONAVÍRUS NO BRASIL EM 29 DE MARÇO.

Secretarias estaduais de saúde contabilizam 4060 infectados em todos os estados e 117 mortos.
As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 12 horas de domingo (29/3), 4.060 casos confirmados do novo coronavírus no Brasil com 117 mortos, 84 deles em São Paulo, de acordo com a secretaria de Saúde do estado.

Em São Paulo, outras duas mortes foram confirmadas: uma por um hospital e outro por uma universidade, somando 119. Os casos ainda não forma contabilizados pela secretaria.

Piauí: Registrou a primeira morte no estado, a vítima foi o prefeito da cidade de São José do Divino. Antônio Nonato Lima Gomes de 57 anos. O estado registrou mais dois casos.

Bahia: foi confirmada na manhã deste domingo (29/3) a primeira morte por coronavírus no estado. O número de casos no estado está em 147.

Distrito Federal: Informou hoje o registro da primeira morte. O número de casos está está em 288.

Minas Gerais: Até agora nenhuma morte foi confirmada, 20 ÓBITOS suspeitos estão em investigação. O estado tem 231 casos registrados.

Rio Grande do Sul: Está com 226 casos confirmados, nenhuma morte.

Rio Grande do Norte: Tem 68 casos confirmados e uma morte.

Maranhão: tem 22 casos confirmados, nenhuma morte.

Pernambuco: 5 morte e 68  casos.

Paraná: Registrou duas mortes na cidade de Maringá.

Amazonas: 111 casos.

Mato Grosso do Sul: 31 casos

Goiás: 56 casos.

O ministério da saúde informou que o avanço da doença está acelerado, foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de fevereiro a 21 de março). No entanto, os outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de março).
Fonte: G1.

sexta-feira, 27 de março de 2020

MUNDO: ITÁLIA TEM QUASE MIL MORTES CAUSADAS PELO CORONAVÍRUS EM UM DIA.

As autoridades italianas afirmaram que o número diário de mortes na quinta-feira (26/3) foi de 919, e o total no país chegou a 9.134.
O número de mortes na Itália por causa do Covid-19, a doença causada pelo coronavírus aumentou em 919, disse a agência de proteção civil nesta sexta-feira (27/3). Até agora, 9.143 pessoas morreram por conta da epidemia no país. 

É o recorde para um único dia. Antes, havia sido o 21 de março, quando 793 pessoas haviam morrido. No entanto, 50 delas são referentes à mortes de quinta-feira, na região do Piemonte, que foram contabilizadas nesta sexta-feira. 

Nos últimos dias, os números foram os seguintes:
23 de março - 602 mortes
24 de março - 743 mortes
25 de março - 683 mortes
26 de março - 712 mortes
27 de março - 919 mortes

A região mais atingida é a da Lombardia, onde fica a cidade de Milão. Lá, houve 5.402 mortes. 

No dia 22 de março, durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar. 

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22).

AINDA NÃO CHEGOU O PICO
As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27/3). 

“Não atingimos o pico e não passamos dele”, disse Brussaferro. 

Ele disso que há, no entanto, sinais de uma desaceleração no número de pessoas que estão ficando infectadas, o que sugere que o pico não está longe. Depois disso, os novos casos vão entrar em tendência visível de queda. 

“O nosso comportamento vai influenciar em quão íngreme vai ser a queda, quando ela começar”, afirmou ele, em uma referência à aderência dos italianos às restrições ao movimento impostas pelo governo.
Fonte: G1

Pesquisar este blog